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Innovation, Learning and Working beyond borders

2020-1-PT01-KA102-0781452020VET learner and staff mobilityfinalized
Countries: PT · Grant: €104,502
New innovative curricula/educational methods/development of training coursesInclusion - equityEarly School Leaving / combating failure in education

Objectives

Com a implementação deste projeto pretendia-se proporcionar a 26 formandos dos 2.º e 3.º anos a possibilidade de realizarem a sua formação em contexto de trabalho, num total de 250 horas, num país da UE. O objetivo de realizarem o estágio num outro país da UE serve o propósito de permitir aos formandos o contacto com outras convenções de trabalho, conhecimentos e competências, que contribuam para o seu desenvolvimento, quer ao nível profissional, quer social. Acreditamos que a realização de FCT nestes moldes contribui para uma maior sensibilização dos formandos face aos diversos mercados de trabalho e às diferentes realidades dos países da EU, dotando-os das competências necessárias para abraçarem oportunidades de trabalho fora de Portugal. Quanto à mobilidade de staff, neste projeto inteiramente dedicada ao corpo docente, o objetivo era dar a conhecer novas e diferentes metodologias de trabalho, que, de algum modo, pudessem contribuir para uma maior motivação quer dos docentes, quer dos alunos. O contacto com diferentes realidades de trabalho, a partilha de conhecimentos, é fundamental para o desenvolvimento da profissionalidade docente. Quanto à mobilidade ErasmusPro, não foi possível realizar-se por falta de candidatos.

Background

O nosso foco é oferecer aos alunos e graduados experiências de trabalho no mercado europeu, contribuindo para que se desenvolvam como cidadãos europeus, conscientes da identidade europeia e promovendo o crescimento pessoal, por toda a vivência que estas experiências encerram. Para além disso, obviamente o nosso contributo para o aumento das possibilidades de emprego, facilitando-lhes novas convenções de trabalho e, preparando-os para se sentirem mais confiantes em candidatar-se a oportunidades de emprego no exterior. Quanto aos docentes, não poderíamos falar de internacionalização da escola sem atentarmos aproximar e observar metodologias de ensino diferentes na pessoa dos preconizadores da missão principal da escola, o ensino. Quanto ao pessoal não docente, entendemos só podermos falar de internacionalização da escola se toda a comunidade escolar estiver alinhada e consciente da cidadania europeia. Consideramos que pela nossa experiência de 20 anos em projetos europeus, o Erasmus faz já parte do ADN da escola e que a nossa missão de educadores não estaria completa se não promovêssemos estas experiências que contribuem para o desenvolvimento da identidade europeia da comunidade escolar e da própria Escola.

Project partners (1)