Pretendíamos superar algumas limitações e problemas com que nos deparámos, como sejam as poucas competências linguísticas dos alunos, o não disporem de oportunidades para conhecer outras realidades europeias em resultado da interioridade e do meio desprivilegiado em que a Escola se insere e o não assumirem algumas aprendizagens como significativas. Pretendíamos promover o mérito, a capacidade de autonomia, o trabalho em rede transnacional, o trabalho colaborativo e estratégico, alicerçado numa assunção da consciência do que é ser europeu e no uso intensivo das TIC como contributo para a modernização tecnológica. Pretendíamos, também, potenciar nos Alunos e Docentes o exercício pleno de uma cidadania ativa, proporcionando a vivência de situações novas e significativas, capacitando-os para a resolução de problemas. Finalmente, tínhamos como prioridade máxima a inclusão e a assunção do espirito crítico de todos os participantes envolvidos das mobilidades do projeto.
Visando uma maior abertura à Europa e ao mundo, a EPSE precisa de se atualizar e renovar as suas estratégias e práticas educativas que passam por: desenvolver competências linguísticas de alunos e docentes através de projetos de aprendizagem colaborativa e cooperativa; desenvolver competências TIC através de projetos transnacionais que deem resposta ao projeto educativo da Escola; proporcionar experiências através do programa Erasmus para gerir conhecimento de realidades laborais diferentes das de origem, capacitando os alunos para a procura eficaz de emprego, criação do próprio emprego e enriquecimento do CV; integrar alunos com medidas de suporte à aprendizagem e alunos com poucas oportunidades. A necessidade de "abraçar" novos desafios e projetos que proporcionem uma lógica de formação contínua e permanente; de inclusão; de igualdade ao acesso de oportunidades; de melhoria contínua e de integralidade educativa apoiada numa cidadania ativa são os pilares que nos levaram à candidatura para este projeto.