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Environmental Education for Young Generation

2021-1-PT02-KA152-YOU-0000075522021Mobility of young peoplefinalized
Countries: PT|RS|AM|BG|RO|CZ · Grant: €29,854
Green skillsEnvironment and climate changeCommunity development

Objectives

Desde a década de 80 que existe uma preocupação ambiental em Portugal apesar de só na última década existir uma maior consciencialização para esta problemática através de uma implementação de políticas ambientais por parte das autoridades (governo e autarquias) e também do sector ambiental activista que, nos dias que correm, tem uma grande componente de consciencialização ambiental on-line. Apesar disto também verificamos grandes entidades com impacto na sociedade como é o caso da Quercus, Zero, Greenpeace Portugal e das conferências da National Geographic sobre essas temáticas em Lisboa e na cidade do Porto. As gerações juvenis, dentro destes grupos de activistas ambientais, deveriam ter cada vez mais importância pois é, através da consciencialização ambiental junto das classes etárias mais jovens, que vamos conseguir uma mudança efectiva da situação mundial actual. Desta forma pensamos que os dirigentes da União Europeia deveriam aproveitar esta oportunidade para melhoria da Europa e das políticas relacionadas com esta temática onde destacamos uma Europa mais «verde», sem emissões de carbono, aplicando o Acordo de Paris e investindo na transição energética, nas energias renováveis e na luta contra as alterações climáticas. Fortalecendo assim a promoção da gestão e prevenção de riscos e adaptação às alterações climáticas e a preservação e proteção do ambiente e promoção da eficiência dos recursos. Neste sentido, o projeto Environmental Education for Young Generation conseguiu dar continuidade ao projecto ME+ desenvolvido pela Bonae Spei e financiado por o Programa Erasmus +, pois os resultados obtidos foram alcançados e superados mas pretendiamos ir mais além e criarmos mesmo uma sensibilização ambiental capaz de contagiar não só os jovens mas também os líderes e técnicos de juventude, através da educação não formal, dotando os jovens de mais capacidades, recursos e mudança de paradigmas no domínio do activismo ambiental. Assim sendo, realizamos um projeto com impacto real não só na nossa comunidade mas também nos países parceiros do projeto, pois foi uma grande mais valia podermos implementar nesses país as atividades preparadas anteriormente e porque queriamos dotar os mesmo desta mais valia conectada com o Ativismo Ambiental , transversal a toda a Europa e assim criamos impactos em todos os países que fizeram parte da rede de parceiros do Environmental Education for Young Generation. Com o Environmental Education for Young Generation, contribuímos positivamente com um trabalho inovador, uma força coletiva a favor do Ativismo Ambiental, usando o que já implementamos a nível local mas também aprendendo das organizações ambientalistas e dos parceiros do projeto, sendo o projeto uma oportunidade para troca de métodos e ferramentas e também de experiências entre os envolvidos. Para isso, demos ênfase em conhecer os organismos de trabalho e processo de decisão Europeu e a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030,a saber: Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados com o clima e as catástrofes naturais em todos os países; Integrar medidas relacionadas com alterações climáticas nas políticas, estratégias e planeamentos nacionais; Melhorar a educação, aumentar a consciencialização e a capacidade humana e institucional sobre medidas de mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce no que respeita às alterações climáticas; Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas [UNFCCC, em inglês] de mobilizarem, em conjunto, 100 mil milhões de dólares por ano, a partir de 2020, a partir de variadas fontes, de forma a responder às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações significativas de mitigação e implementação transparente; e operacionalizar o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível; Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planeamento e gestão eficaz no que respeita às alterações climáticas, nos países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, e que tenham um especial enfoque nas mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas; Reconhecer que a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas é o principal fórum internacional, intergovernamental para negociar a resposta global às alterações climáticas.

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