Desde a década de 80 que existe uma preocupação ambiental em Portugal, apesar de que só na última década surgiu uma maior consciencialização, não só para a parte ambiental mas também climática através de uma implementação de políticas climáticas por parte das autoridades. Também o setor climático ativista tem vindo a ter um papel fundamental nos dias de hoje, devido à grande componente de consciencialização climática junto das populações jovens através do uso de ferramentas virtuais como as redes sociais. Existe ainda a preocupação desta consciencialização em todas as faixas etárias e contextos populacionais. É ainda evidente os esforços de trabalho que as grandes entidades públicas e privadas como o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, GeoPark Estrela, Quercus, Zero, Green Peace Internacional, National Geographic, entre outras entidades desenvolvem em prol de uma sensibilização das populações e na conservação ambiental e florestal. O projeto “Green Land” surgiu como uma resposta de consciencialização da população Europeia para as alterações climáticas e proteção florestal e ambiental baseado nos objetivos da União Europeia relacionados com a sustentabilidade ambiental. As gerações juvenis, dentro destes grupos de ativistas climáticos, estão a ter cada vez mais importância pois é através da consciencialização climática junto delas que se consegue uma mudança efectiva da situação mundial atual. Desta forma pensamos que os dirigentes da UE deveriam aproveitar esta oportunidade para melhoria da Europa e das políticas relacionadas com esta temática, onde destacamos a Política de Coesão e o foco europeu em tornar a Europa uma Europa mais “verde”, com um foco maior no desenvolvimento sustentável e nas alterações climatéricas. Outro factor muito importante e que temos vindo a acompanhar é a Pandemia relacionada com o COVID-19. Esta levou à paragem súbita das indústrias e muitas ainda não conseguiram retomar a produção que obtinham pré-pandemia. Esta paragem conseguiu que acontecesse um abrandamento das emissões poluentes, o que veio demonstrar que ainda existe esperança para uma inversão do nosso planeta e as medidas ambientais podem proporcionar níveis não expectáveis antes da COVID-19. Assim devemos cada vez mais sensibilizar as populações para diferentes formas de viver em sociedade. Com o “Green Land”, contribuímos positivamente com um trabalho inovador, uma força coletiva a favor do Ativismo Climático, usando o que já implementamos a nível local mas também aprendendo das organizações que trabalham a área das alterações climáticas e dos parceiros do projeto, sendo o projeto uma oportunidade para troca de métodos e ferramentas e também de experiências entre os envolvidos. Para isso, demos ênfase em conhecer os organismos de trabalho e processo de decisão Europeu e a importância dos ODS da Agenda 2030: . Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados com o clima e as catástrofes naturais em todos os países; . Integrar medidas relacionadas com alterações climáticas nas políticas, estratégias e planeamentos nacionais; . Aumentar a consciencialização e a capacidade humana e institucional sobre medidas de mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce no que respeita às alterações climáticas; . Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climática . Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planeamento e gestão eficaz no que respeita às alterações climáticas; . Reconhecer que a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas é o principal fórum internacional, intergovernamental para negociar a resposta global às alterações climáticas. Desta forma, participar para alterar a realidade europeia e mundial foi uma tarefa e realidade de todos. Acreditamos no sucesso de desenvolvimento do projeto, pois, durante as nossas atividades diárias e nos nossos ideais, buscámos: . Desenvolver atividades que incentivem a participação ativa da juventude; . Conhecer e promover sinergias com organizações juvenis partilha de boas-práticas e métodos de trabalho semelhantes. . Melhorar o nível de competências-chave e competências dos jovens; . Aumentar a dimensão internacional das atividades da juventude e o papel dos trabalhadores e das organizações de juventude; . Oportunidades de participar ativamente na comunidade; . Reforçar o trabalho dos jovens e influenciar políticas a nível local, nacional e na Europa; . Apoiar o desenvolvimento de políticas para a juventude. Através do objetivo de influenciar as políticas a nível local, nacional e na Europa contribuímos positivamente para o Ativismo Climático, sendo o projeto uma oportunidade para troca de métodos e ferramentas e também de experiências entre os envolvidos. O projeto pretendeu também capacitar os jovens com menos oportunidades sendo esse um dos princípios criadores do Erasmus +.