“Food for Future” apresenta-se como um projeto que pretendia reunir jovens marginalizados ou com poucas oportunidades, abordar e aprofundar a temática da sustentabilidade e partilhar pontos de vista conducentes a estilos de vida mais saudáveis e sustentáveis. Pretendia-se promover a cidadania Europeia, o ativismo jovem, a multiculturalidade e a cooperação entre organizações de diferentes países. Os participantes foram selecionados de acordo com valores de igualdade, inclusão e interesse pelo tópico. Sendo um projeto direcionado para as necessidades diretas do nosso público-alvo, a atenção dada a aspetos de follow up e disseminação foram alvo de maior controlo (caso do youthpass e de ações de comunicação. Um dos nossos objetivos foi a criação do efeitos multiplicadores e o estabelecimento de uma fundação ou tipologia de projeto para futuras ações. Durante este intercâmbio, os nossos participantes foram alvo de ações educativas que objetivavam a criação de espírito critico e conscialização para hábitos de consumo e de existência mais saudáveis e em consonância com o mundo natural. Olhando para as ações de avaliação conseguimos criar uma ação/ projeto que nutriu e impactou positivamente a vida destes jovens. Os objetivos do projeto foram: — Motivar os jovens para uma cidadania ativa e responsável tornando-os difusores/ multiplicadores dentro das suas comunidades; — Desenvolvimento do espírito crítico no que concerne às suas escolhas enquanto consumidores; — Promoção de uma alimentação saudável e desenvolvimento pessoal entre os jovens com poucas oportunidades da rede de parceiros; — Proporcionar ferramentas teórico-práticas no sentido de conseguir aumentar a independência alimentar dos envolvidos (escolhas inteligentes de consumo, produtos frescos e sazonais, criação e gestão de horta, onde comprar); — Informar os envolvidos e as comunidades sobre aspetos da sustentabilidade alimentar/ambiental (processamento da comida até ao consumidor, slowfood, dietas saudáveis, equilibradas e amigas do ambiente); — Promover a redução da pegada ecológica de alimentos (escolher produtores locais que respeitem ciclos biodinâmicos, comer alimentos frescos e respeitando as estações de cultivo); — Criar e partilhar um conjunto de ferramentas com diretrizes educacionais que promovam comportamentos simples e práticos capazes de reduzir a pegada ecológica e criar impacto positivo sustentável (promover bons hábitos alimentares); — Promover o espírito de partilha e de diálogo intercultural através da educação não formal envolvendo diversas organizações internacionais com backgrounds diferentes num projeto em formato de intercâmbio internacional de jovens; — Acordar sentimentos de pertença e de cidadania Europeia, de forma a excluir comportamentos extremistas e violentos; — Envolver, dinamizar e partilhar metodologias dentro de uma rede de 6 parceiros internacionais;