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Your Emotions in PrARTctice

2022-3-PT02-KA152-YOU-0000927512022Mobility of young peoplefinalizedGood practice
Countries: PT|RO|ES|PL|DE|BG|TR|FR · Grant: €30,012
Creativity, arts and culturePhysical and mental health, well-being

Objectives

Os jovens adolescentes, por estarem ainda em desenvolvimento, estão particularmente mais expostos a doenças mentais. Segundo o site da WHO, 1 em cada 7 jovens (13%) sofre com algum tipo de doença mental, entre as quais se encontram a ansiedade e a depressão (entre outros motivos) como decorrentes da falta de uma correta gestão das próprias emoções. Segundo o site dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o relatório de 2022 demonstra como os jovens foram particularmente afetados com a pandemia de Covid-19 a este nível, demonstrando maiores níveis de ansiedade e depressão, decorrente da incerteza do futuro e da mudança abrupta nas suas vidas diárias a que estiveram sujeitos. Devido a isto, o treino para o desenvolvimento emocional é crucial, em particular nos jovens até cerca dos 20 anos, uma vez que a inteligência emocional, segundo Daniel Goleman, que ajudou a popularizar o conceito de inteligência emocional, promove o autoconhecimento e autorregulação das emoções, aumentando a motivação, empatia e competências sociais, trazendo várias vantagens a nível individual e coletivo, nomeadamente melhorando a performance no trabalho e escola, a saúde mental e física e a qualidade das relações interpessoais. Assim, o desenvolvimento da inteligência emocional beneficia qualquer pessoa, mas tem particular interesse nos jovens e ainda mais especificamente naqueles que são mais suscetíveis a serem socialmente excluídos, uma vez que estão, também eles, mais suscetíveis a este tipo de doenças e/ou problemas de saúde mental. Por este motivo, sabendo que, na Europa 1 em cada 4 jovens estão atualmente em risco de pobreza e exclusão social (Eurostat, 2021) e que, em 2020, a população jovem (16-29 anos) em risco de pobreza ou exclusão social da UE27 era de 25,1%, tendo aumentado face a 2019, iremos incluir maioritariamente jovens com menos oportunidades. De destacar ainda que o sistema formal de ensino ainda dá um grande destaque à inteligência racional, medida acima de tudo através de dados quantitativos, ignorando o coeficiente emocional e, consequentemente, as capacidades socioemocionais dos jovens. Deste modo, este projeto tinha os seguintes objetivos: a. Geral Promover a inclusão social, o empoderamento e bem-estar dos jovens através de atividades de desenvolvimento da inteligência emocional, utilizando a arte como ferramenta. b. Específicos -Criar dinâmicas para a capacitação dos jovens e fomentar a participação ativa através da NFE; -Promover a interculturalidade e o diálogo; -Sensibilizar as comunidades para a importância do desenvolvimento da inteligência emocional; -Promover a igualdade ao acesso de oportunidades inclusivas e participativas; -Promover o desenvolvimento e partilha de competências e boas-práticas entre as organizações participantes; -Disseminar os resultados e impactos sociais obtidos pelo projeto com o intuito de replicação das suas boas práticas noutros contextos sociais; -Reforçar parcerias transnacionais entre organizações que trabalham no âmbito da juventude, inclusão social e cultura; -Dar continuidade ao trabalho que a DCTR tem vindo a desenvolver a nível europeu e pela qual a mesma é entusiasta.

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